Eu sou completamente viciada em séries de hospitais. Isso começou ano passado quando, sem querer - longa história! -, comecei a assistir Grey's Anatomy e terminei nove temporadas em quatro meses, logo passando a também assistir Saving Hope, The Night Shift e até mesmo House. Mas Red Band Society não se parece com nenhuma dessas séries exatamente por trazer como protagonistas adolescentes que precisam viver dentro do hospital sendo a primeira que conheço do gênero que se foca nos pacientes e aposta no público teen.
Eu conheci The Lottery da maneira mais aleatória possível. Estava assistindo Witches of East End quando no fim do episódio passou a propaganda de um dos episódios da série que foi tão interessante que me deixou curiosa. E foi assim que, mesmo acompanhando vinte séries, eu adicionei mais uma na lista.
The Lottery se passa em 2025, alguns anos depois do mundo todo ter sido afetado por uma grave crise de infertilidade, que diminuiu a taxa de fertilidade em uma velocidade alarmante. Em 2019 apenas seis bebês nasceram no mundo todo. E eles foram os últimos,
Preocupados que esse seja o fim da raça humana, cientistas ao redor do mundo todo tentam achar respostas, já que ninguém sabe o que aconteceu, e soluções até que a Dr. Alison Lennon (Marley Shelton), uma pesquisadora estadunidense, consegue fertilizar 100 óvulos. Assim, pensando na melhor maneira de se promover e de evitar desavenças, o governo dos EUA decide fazer um Loteria para decidir quais mulheres vão receber recebê-los.
A primeira vez que ouvi sobre Outlander foi no mês passado enquanto estava fazendo o post de lançamentos e descobri que o livro estava sendo relançado por aqui devido a adaptação que estava prestes a estrear na televisão americana. Só então descobri que Outlander era uma série de sucesso da autora Diana Galdabon e que todo mundo estava louco de ansiedade pela série. O que só piorou quando ela estreou, porque aí sim era só o que, literalmente, todo mundo falava, principalmente os vlogs americanos. Foi por isso que resolvi dar uma chance para o primeiro episódio e sinceramente não gostei muito, não consegui me sentir envolvida pela estória. Estava realmente decidida a não assistir mais nenhum episódio, mas as pessoas continuaram a elogiar tanto a série que eu tive que dar uma segunda chance para ver o que todo mundo tanto amou assim. E então eu me vi já no quarto episódio e totalmente viciada.
Ano passado eu fiz um post falando sobre The Lizzie Bennet Diaries e duvido que exista alguém hoje que, pelo menos, não tenha ouvido falar sobre essa web série. Um adaptação para os dias de hoje de Orgulho e Preconceito em forma de vlog que arrebatou todo mundo, seja pela qualidade quanto também pelo formato que usou de todas as redes sociais para fazer tudo parecer extremamente real. Sendo assim, não vou negar que amei a ideia das web séries e quis muito assisti outras.
Depois do sucesso de The Lizzie Bennet Diaries - que ganhou até mesmo um Emmy! - surgiram várias, dezenas de web séries com essa mesma proposta: adaptar livros clássicos para os dias atuais em formato de vlog. E, como uma recente fã do gênero, é lógico que comecei a acompanhar algumas. E hoje vou falar especialmente de duas: Emma Approved e The New Adventures de Peter + Wendy.
Emma Approved é dos mesmos criadores e produtores (que usam o nome de Pemberley Digital) de The Lizzie Bennet Diaries e é uma adaptação do livro Emma da Jane Austen. E, apesar de ser uma adaptação do livro da mesma autora e ser feito pelas mesmas pessoas, a série se diferencia bastante de Lizzie.
Vocês sabem que eu adoro mundo pós-apocalíticos e estórias sobre sobrevivência, que amo ação e amo séries. E ainda por cima se ela tiver o Eric Dane como protagonista! Eu simplesmente morro de saudade do Mark a cada novo episódio de Grey's Anatomy que assisto. Levando tudo isso em consideração, como seria humanamente possível eu não querer assistir The Last Ship? A série tem tudo que eu mais amo - menos romance, mas nada é perfeito na vida - e desde que vi o trailer eu passei a contar os dias para a estréia. E depois de cinco episódio posso dizer que estou completamente viciada.
Fim de semana passado eu assisti de novo um dos meus filmes favoritos, Julie & Julia, que, sinceramente, se vocês não conhecem estão perdendo um filme delicioso de ver. Mas enfim, dois dias depois descubro sobre essa nova comédia da ABC Family, Young and Hungry, que tem como inspiração uma chef que ficou famosa através de um blog. Depois dessa tamanha coincidência não teve jeito, eu tive que ir correndo assistir e simplesmente adorei. (Um adendo sobre coincidências: e não é que citaram Julia Child diversas vezes durante o piloto?).
Desde os primeiros videos promocionais eu fiquei ansiosa para assistir The 100. Mais uma série adolescente da CW, mas que traz uma premissa interessantíssima e que me ganhou com os vários rumos possíveis que a estória pode tomar.
E foi com altas expectativas que eu comecei a assistir o piloto e apesar de começar muito bem, sinto que no final do episódio o pensamento predominante foi de que poderia ter sido melhor.
Vocês me devem achar maluca por assistir todas - ou quase todas - séries da CW, mas o fato é que eu simplesmente não consigo fugir do meu guilty pleasure que são estórias jovem adultas, seja em livros, filmes ou séries. Sendo assim eu não tinha muitas expectativas sobre Star Crossed, mas assim que o episódio saiu eu fui correndo assistir e levando em consideração somente o piloto, posso dizer que fui completamente surpreendida pela série. Acho que acabei gostando mais até mesmo do que deveria.
Os vampiros são, talvez, os seres fictícios mais retratados em livros, séries e filmes, recentemente ainda mais após o bum causado pela série Crepúsculo. A série Dracula, da NBC, que estreou em Outubro do ano passado é uma releitura da estória Bram Stoker e traz de volta uma das figuras mais lendárias da ficção: o Drácula.
Nessa nova versão, Drácula chega a Londres como Alexander Grayson, um americano rico com ideias visionárias para época que busca uma nova alternativa para a produção de eletricidade. Porém tudo isso se resume a um plano para acabar com ordem antiga e poderosa que, a séculos atrás, destruiu a vida como conhecia e o transformou na criatura que é hoje. Uma combinação de ciência, força sobrenatural e acordos políticos destinados a combater a organização que manipula tudo e todos a sua volta.
Assim que As Feiticeiras de East End, da Melissa de La Cruz, foi lançado aqui pela editora ID eu me interessei pela estória e resolvi dar uma chance para a leitura que, infelizmente, me desanimou já nos primeiros capítulos me fazendo abandonar o livro. Porém, quando eu vi que iriam fazer uma série adaptada do livro não pensei duas vezes em querer acompanhar porque, por mais que o livro não tenha funcionado para mim, eu ainda gostava da estória (e também adorei o material de divulgação). Agora, já no final da sua primeira tempora, - que, infelizmente, tem só 10 episódios - estou completamente fisgada pela série. Não tem nada de espetacular, mas é deliciosa de assistir e consegue envolver totalmente quem assiste.
Se vocês viram o meu Top 5: Estreias da Fall Season 2013, perceberam que eu só citei Reign como menção honrosa, pois bem, eu não poderia estar mais errada. Mesmo assistindo só dois episódios eu gostei tanto da série, mas tanto, que comecei essa nova coluna no blog só para falar para todo mundo quão legal Reign é. Não é a melhor série, nem a melhor estreia da temporada, mas é a que está mais me matando de curiosidade pelo próximo episódio. É bom demais minha gente!











